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OS ÚLTIMOS DIAS DE JOHN F. KENNEDY – Autores: Bill O'Reilly & Martin Dugard

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OS ÚLTIMOS DIAS DE JOHN F. KENNEDY – Autores: Bill O'Reilly & Martin Dugard



Líder carismático, filhinho de pai privilegiado, mulherengo irremediável ou estadista de visão? O assassinato de Kennedy teria sido obra da máfia italiana ou de um louco comunista agindo isoladamente? E Jackie seria uma bonequinha de luxo ou o modelo ideal da mulher americana refinada dos anos 60 – ou isso e muito mais?

Neste eletrizante relato Bill O'Reilly, um dos mais influentes apresentadores e comentaristas políticos norte-americanos, e o escritor Martin Dugard tecem um novo e minucioso retrato dos últimos anos de John Fitzgerald Kennedy, de sua posse como 35° presidente dos Estados Unidos em 1961 às primeiras consequências de sua morte. São revistas as figuras do homem e do político, desde seu berço de ouro, passando pelo desejo de ser historiador, o herói de guerra, suas realizações e falhas no poder, bem com sua saúde frágil e sua ousadia no manejo de crises diplomáticas que, num mundo dividido pela Guerra Fria, a qualquer momento poderiam detonar a terceira guera mundial.

Passados cinquenta anos do fatídico 22 de novembro de 1963, o que emerge das páginas dese livro, que se lê como um thriller, é um novo olhar sobre um ser humano em toda a sua complexidade e um panorama poderoso e abrangente dos turbulentos anos Kennedy.


O charme, o poder e a tragédia

John Fitzgerald Kennedy passou para a história como o homem mais poderoso do mundo que teve um caso amoroso com a sex symbol Marilyn Monroe e cuja cabeça foi alvejada em público durante um passeio em carro aberto em Dallas, Texas, em novembro de 1963. Durante muito tempo estes fatos imortalizados em imagens nublaram o entendimento sobre a vida, os desafios, as fraquezas e o real legado de Kennedy.

Neste livro, que vendeu 2 milhões de cópias nos Estados Unidos e que foi publicado em mais de vinte países, o apresentador televisivo e comentarista Bill O’Reilly e o escritor Martin Dugard recuperam a trajetória do 35º presidente americano, cujos três anos incompletos de mandato, durante a Guerra Fria, influenciaram de forma crucial a geopolítica internacional. Vemos o Kennedy jovem historiador que ganhou o prêmio Pulitzer por seu livro de perfis de políticos, o filho de saúde débil que foi alçado à carreira política pelo pai, o jovem intelectualizado que se apaixonou pela culta Jacqueline, o grande orador cujo “Não pergunte o que o seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país” seria lembrado por décadas a fio, o administrador de pouca experiência que no primeiro ano de mandato tomou uma decisão equivocada na invasão da Baía dos Porcos – quase detonando uma terceira guerra mundial –, o homem de temperamento controlado que conseguiu evitar o pior na Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962, e o liberal que apoiou o movimento dos direitos civis num país onde ainda vigia a segregação racial e que, por outro lado, ordenou alguns dos primeiros movimentos da Guerra do Vietnã.

Num texto que se lê num só fôlego, os autores dão vida a uma época turbulenta, e é sobre o pano de fundo desse período que se ergue a figura de Kennedy por eles pintada, em toda sua humanidade.

O livro de Bill O’Reilly deu origem ao filme "Quem Matou Kennedy", em exibição no canal Nat Geo. A produção, de Ridley Scott, traz Rob Lowe no papel de JFK. Saiba mais em www.natgeo.com.br/kennedy

Fonte: http://www.lpm.com.br/


Não há chance de ressuscitar John F. Kennedy - sexta-feira, 22 novembro 2013

O diâmetro da ferida provocada pelo segundo impacto é só um pouco maior que o de um lápis número dois. A alta velocidade faz com que a bala atravesse o cérebro do presidente e saia pela frente do crânio, em vez de se alojar lá dentro como a bala mais lenta que matou Abraham Lincoln.

(…)

Mas a bala de 6,5 milímetros disparada por Lee Harvey Oswald é um pedaço de chumbo muito mais cruel. Uma bala tão fina pode parecer insignificante, mas é capaz de abater um cervo a 180 metros de distância.

Esse míssil revestido de cobre põe fim à vida de John F. Kennedy em um instante. Mal desacelera enquanto atravessa a terna massa cinzenta do cérebro antes de explodir a fina parede óssea ao sair pela frente de seu crânio.

Os braços de Jackie continuam em volta do marido quando a frente de sua cabeça explode. Cérebro, sangue e fragmentos de osso banham o rosto da primeira-dama e seu tailleur rosa da Chanel; salpicam até mesmo os quebra-sóis do para-brisa da limusine.

(…)

Não há nenhuma chance de ressuscitá-lo com uma respiração boca a boca, como se tentou quando Lincoln jazia moribundo no chão do camarote do Teatro Ford. Não haverá vigília noturna, como com Lincoln, para que os amigos e entes queridos possam acompanhar JFK em seus momentos finais.

(…)

Mal sabem os espectadores, horrorizados, mas os historiadores e teóricos da conspiração, e também os cidadãos comuns nascidos anos depois desse dia, questionarão se Lee Harvey Oswald agiu sozinho ou se teve ajuda de outros. As autoridades federais examinarão a balística e usarão um cronômetro para medir com que rapidez um homem é capaz de mirar e carregar um Mannlicher-Carcano 6,5 milímetros. As pessoas mais variadas se autonomearão especialistas em vídeos caseiros do assassinato em baixa resolução, em colinas gramadas, e nos muitos malfeitores que asiavam para ver John F. Kennedy afastado do poder.

Os argumentos conspiratórios se tornarão tão convincentes e tão intrincados que um dia ameaçarão sobrepujar a tragédia de 22 de novembro d 1963.

Então, que fique registrado, de uma vez por todas, que às 12h30 de uma tarde ensolarada de sexta-feira em Dallas, Texas, John Fitzgerald Kennedy é morto a tiros num piscar de olhos. Deixa uma bela viúva. Deixa duas crianças adoráveis. Deixa uma nação que o ama.

Fonte: http://www.lpm-blog.com.br/


Sinopse: O charme, o poder e a tragédia John Fitzgerald Kennedy passou para a história como o homem mais poderoso do mundo que teve um caso amoroso com a sex symbol Marilyn Monroe e cuja cabeça foi alvejada em público durante um passeio em carro aberto em Dallas, Texas, em novembro de 1963. Durante muito tempo estes fatos imortalizados em imagens nublaram o entendimento sobre a vida, os desafios, as fraquezas e o real legado de Kennedy. Neste livro, que vendeu 2 milhões de cópias nos Estados Unidos e que foi publicado em mais de vinte países, o apresentador televisivo e comentarista Bill O’Reilly e o escritor Martin Dugard recuperam a trajetória do 35o presidente americano, cujos três anos incompletos de mandato, durante a Guerra Fria, influenciaram de forma crucial a geopolítica internacional. Vemos o Kennedy jovem historiador que ganhou o prêmio Pulitzer por seu livro de perfis de políticos, o filho de saúde débil que foi alçado à carreira política pelo pai, o jovem intelectualizado que se apaixonou pela culta Jacqueline, o grande orador cujo “Não pergunte o que o seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país” seria lembrado por décadas a fio, o administrador de pouca experiência que no primeiro ano de mandato tomou uma decisão equivocada na invasão da Baía dos Porcos – quase detonando uma terceira guerra mundial –, o homem de temperamento controlado que conseguiu evitar o pior na Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962, e o liberal que apoiou o movimento dos direitos civis num país onde ainda vigia a segregação racial e que, por outro lado, ordenou alguns dos primeiros movimentos da Guerra do Vietnã. Num texto que se lê num só fôlego, os autores dão vida a uma época turbulenta, e é sobre o pano de fundo desse período que se ergue a figura de Kennedy por eles pintada, em toda sua humanidade.


Opinião Pessoal: Um livro interessantíssimo, pois me lembro bem do dia de seu assassinato. À época, eu era um menino peralta, que jogava futebol com bola de meia, e essa data impactante jamais saiu de minha memória.


Minha Avaliação: Um livro histórico, investigativo, detalhista, cativante e muito bem escrito. Gostei demais e recomendo especialmente para aqueles que têm mais de 60 anos e que, como eu, viveram essa conturbada época, onde as informações eram escassas e desencontradas.


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