2º dia: SÃO SIMÃO/SP a SANTA ROSA DO VITERBO/SP – 27 quilômetros


2º dia: SÃO SIMÃO/SP a SANTA ROSA DO VITERBO/SP – 27 quilômetros


"Hoje eu só quero dizer: obrigado Deus por tudo!"


O percurso, em relação ao anterior, seria menos extenso, porém, mesmo assim, de comum acordo, combinamos sair bem cedo, às 5 horas, como forma de agilizar nosso trânsito até Santa Rosa, posto que havia previsão de sol forte para aquela data.

A noite fora tumultuosa por conta do desfile de carnaval realizado na praça fronteiriça ao local onde estávamos hospedados, e a balburdia acrescida a um ensurdecedor barulho orquestrado pelos foliões, interferiram decisivamente em meu sono.

Assim, no horário aprazado, eu estava há horas desperto, doido para fugir da cidade. 


O primeiro trecho em asfalto foi sobre asfalto.

O primeiro trecho, em piso duro, foi quase todo feito sob o pavimento da rodovia SP-253, ainda no escuro, guiado pela minha lanterna de mão. 


O sol nascendo, no fundo e à direita..

Percorridos 7 quilômetros em bom ritmo, e com o dia já clareando, adentramos à esquerda e passamos a caminhar sobre terra.

Imediatamente, principiamos a rezar o terço, nos mesmos moldes do dia anterior: a Marlene comandando as orações e eu compenetrado no responsório. 


Caminho lindo, piso socado...

Foram aproximadamente 30 minutos em profunda comunhão espiritual, enquanto o dia lentamente raiava;

Quase em seguida, o sol despontou no horizonte a nossa frente e tudo ficou claro e brilhante. 


Com a Marlene, animados na trilha...
(Créditos da foto: peregrina Marlene Santos)

Face à chuva do dia anterior, o piso se encontrava socado, as árvores estavam mais verdes e o clima extremamente hidratado.

O percurso foi tranquilo e, quase sempre, eu estava na dianteira, alguns metros adiante de minha companheira de trilha, mas tomando cuidado para não perdermos o contato visual. 


O caminho corta um grande bosque de eucaliptos. A Marlene caminha à minha retaguarda.

Depois de percorrer 15 quilômetros, em meio a um imenso bosque de eucaliptos, fizemos uma pausa para hidratação, descanso e ingestão de frutas e lanches. 


Trecho arejado, sob céu nublado. A Marlene caminha à minha retaguarda.

O trajeto sequente também se mostrou profícuo, sob um clima fresco e em ambientes arejados e bucólicos. 


Muitas flores e verde intenso. Piso excelente para caminhar.

No trecho final o céu nublou e aportamos sem maiores percalços em Santa Rosa do Viterbo, nossa meta para aquele dia. 


Monumento existente no entrada da cidade de
 Santa Rosa do Viterbo.

Na cidade, ficamos hospedados no Hotel Malim, onde pagamos R$85,00 por um excelente quarto individual.

Para almoçar, utilizamos os serviços do Restaurante Divino, de excelente qualidade, no sistema self-service, por R$33,00 o quilo. 


Igreja matriz de Santa Rosa do Viterbo.

Depois de uma soneca reparadora, fomos até o centro da simpática urbe fotografar sua igreja matriz, no entanto, ela se encontrava fechada, frustrando nossa visitação em seu interior. 

À noite, a Marlene e eu nos dirigimos à Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, para assistir à missa das 18 h 30 min, onde pude agradecer por minha saúde e a recuperação de meu pé lesionado. 


Interior da igreja onde assistimos á missa nesse dia. 
(Créditos da foto: peregrina Marlene Santos)

Finda a celebração, fomos até um bar próximo degustar uma pizza, posto que por vivenciarmos um domingo de carnaval, inexistiam outros estabelecimentos do gênero refeição funcionando naquele horário.