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Estrada Real / Cam. Velho


ESTRADA REAL - CAMINHO DO OURO / CAMINHO VELHO

Em 2009, eu iniciei minha aventura pela Estrada Real, percorrendo o Caminho dos Diamantes, que parte de Diamantina e se encerra em Ouro Preto. Um percurso de 400 quilômetros que venci em 13 jornadas.
Em 2010, eu prossegui meu périplo, fazendo o trajeto de Ouro Preto a São João del Rei. Um percurso de 261 quilômetros, que venci em 10 etapas.
Desta vez deixei São João del Rei e, por motivos particulares, interrompi minha peregrinação em São Lourenço, percorrendo um total de 207 quilômetros, em 7 etapas.
Assim, até o momento, eu somei 868 quilômetros pela Estrada Real, em 30 jornadas.
Restam pouco mais de 300 quilômetros até Parati, trajeto que pretendo encerrar ainda este ano.
No momento, divulgo algumas fotos de minha última odisseia, sendo que em breve postarei um singelo diário de cada etapa percorrida nessa profícua e inesquecível caminhada.
Bom Caminho a todos!


Deixando o Hotel em São João del Rei rumo a Estrada Real. Partindo solitário às 5 h 30 min da manhã. Mochila pesando 9 kg. Vai encarar? rss.


A histórica Igreja de São Francisco de Assis em São João del Rei . Passagem obrigatória do peregrino. Dia amanhecendo.


Igreja de São José Operário em São João del Rei. O Caminho passa diante dela.



Deixando São João del Rei, início do caminho de terra.



Trecho solitário e com profundas valas.



Olhando a retaguarda, ainda é possível avistar, ao longe, a cidade de São João del Rei.



Trilha bem definida e otimamente sinalizada. Vejam o totem da Estrada Real à direita.



Nesse local não há ponte e precisei atravessar com água pela canela.



Caminho bastante úmido em face das chuvas recentes.



Pela história, essas pedras foram colocadas por escravos há mais de 300 anos.


Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Muito técnico e matoso.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Solitário na trilha!



Aqui nasceu a Beata Nhá Chica em 1810.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Placa explicativa.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Outro local sem ponte que precisei atravessar com água pelas canelas.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Igreja do distrito de Rio das Morte, distante 11 kms de sua sede.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Trecho em direção ao povoado de Goiabeiras.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Goiabeiras é um bairro de São João del Rei.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Olhando a minha retaguarda, vista da igreja do bairro de Goiabeiras.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Trecho muito técnico, feito dentro de um pasto.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Esse riacho eu atravessei com água pelos joelhos... Pois não há ponte.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Andei um bom tempo pelo interior da belíssima Fazenda Celina.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Subida forte.



Trecho entre São João del Rei e São Sebastião da Vitória. Estrada bastante lisa e com barro em face das fortes chuvas recentes.



Chegando em São Sebastião da Vitória, local onde pernoitei nesse dia.



Igreja de São Sebastião em São Sebastião da Vitória, distrito de São João del Rei.



Em São Sebastião da Vitória, distrito de São João del Rei. Primeiro totem do dia seguinte.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Muita nebulosidade.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Tudo plano, silencioso e agradável.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Muita nebulosidade. Tudo muito plano.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Aqui o caminho passa sob a ferrovia.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Trecho aberto e sem sombras.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Trecho aberto e sem sombras.



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Sozinho na trilha, festejando o momento!



No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Caminhando entre imensos milharais.


No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. Caminhando entre imensos milharais.


No Caminho entre São Sebastião da Vitória e Caquende. A represa vista do lado de Caquende. Do outro lado fica a Capela do Saco, distrito de Carrancas.



Era domingo. Almoço na fabulosa Pousada Reis em Capela do Saco.



Na Capela do Saco, o marco do CRER dá as distâncias para o dia sequente, pois ele seque junto com a ER nessa etapa.



A famosa Capela do Saco, de 1820, que dá nome ao distrito.



Na Capela do Saco, no Bar do Pinguinha, com seu proprietário.



Na Capela do Saco, brindando o por do sol.



Na Capela do Saco, confraternizando com os novos amigos.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Vista total e pouca sombra.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Vista total e pouca sombra.


Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Vista total e pouca sombra.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Trânsito solitário por locais maravilhosos e inesquecíveis.


Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Trânsito solitário por locais maravilhosos e inesquecíveis.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Trânsito solitário por locais maravilhosos e inesquecíveis.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Trecho aberto e arejado.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. A serra de Carrancas se aproxima, inexoravelmente... Estamos em rota de colisão iminente...


Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Nesse dia, uma segunda feira, não cruzei com nenhum ser vivente..



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Pausa para descanso e hidratação.


Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Lentamente, eu e a serra vamos nos aproximando mutuamente.


Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Depois de 19 quilômetros, a serra chegando.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Início de duríssimo ascenso, sob sol forte.

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Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Seguindo sozinho rumo ao topo da serra.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. No topo do maciço, a estrada segue aberta e em ascenso.



Trecho entre Capela do Saco e Carrancas. Finalmente no cume a 1302 metros de altitude, Carrancas aparece no horizonte.



Igreja matriz de  Carrancas.



Na estrada entre Carrancas e Fazenda Traituba.



Na estrada entre Carrancas e Fazenda Traituba. Pouca sombra nesse trecho.



Na estrada entre Carrancas e Fazenda Traituba. Caminho em franco descenso.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Com sol forte e sem sombras..


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Paisagens maravilhosas, plenas de muito verde.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Estrada larga, plana e arejada.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. À direita, uma grande plantação experimental de Candeias.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Sol forte e com pouca água. Longo horizonte.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Nesse local fui ultrapasso pelo cicloturista Eduardo que estava fazendo fantásticos 100 kms/dia.


Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Um "selfie" para marcar nosso encontro.



Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Povoado de Vista Alegre que ainda pertence a Carrancas.



Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Casa do Sr. Roberto que reside na Estação Traituba e acolhe caminhantes e ciclistas.



Na estrada entre  Carrancas e Fazenda Traituba. Fabulosa, emblemática e fantástica Fazenda Traituba. Construída em 1827, está fechada atualmente. Dizem que foi vendida a um influente político.



Na estrada entre t
recho entre Fazenda Traituba e Cruzília.



Na estrada e
ntre Fazenda Traituba e Cruzília.



Na estrada entre 
Fazenda Traituba e Cruzília. Transitando dentro de uma imensa
 plantação de batatas.



Na estrada entre 
entre Fazenda Traituba e Cruzília.
 Caminhando solitário em meio a imensas pastagens.



Na estrada entre 
Fazenda Traituba e Cruzília.
 Caminhando solitário em meio a imensas pastagens.



Na estrada entre 
Fazenda Traituba e Cruzília.
Caminhando solitário em meio a imensas pastagens. Agora em franco descenso.



Na estrada entre 
Fazenda Traituba e Cruzília.
. O caminho volta a subir e sob sol forte.



Na estrada entre  
Fazenda Traituba e Cruzília.
 Caminho retilíneo e agradável.



Na estrada entre
entre Fazenda Traituba e Cruzília.
 Trecho aberto e arejado, mas sem sombras.



Na estrada entre  
Fazenda Traituba e Cruzília.
 Aqui fui homenageado por um renque de eucaliptos. Entorno integralmente deserto.



T
Trecho entre Fazenda Traituba e Cruzília. Chegando em Cruzília, terra do cavalo Mangalarga Marchador.



Igreja matriz de Cruzília, dedicada a São Sebastião.



No caminho entre Cruzília e Baependi. À direita, entrada para a famosa Fazenda do Charco.



No caminho entre Cruzília e Baependi. Caminho fabuloso, pleno de sombras.


No caminho entre Cruzília e Baependi. O local mais lindo desse caminho, pleno de muito verde.


No caminho entre Cruzília e Baependi. Estradas vazias e arborizadas.


No caminho entre Cruzília e Baependi.  O trecho mais bonito nessa etapa.



No caminho entre Cruzília e Baependi. O trecho mais histórico da ER. Por aqui passaram milhares de cavaleiros, tudo documentado em termos históricos.



No caminho entre Cruzília e Baependi. Cava profunda e histórica.



No caminho entre Cruzília e Baependi. Nesse local, me sinto dentro da história, pois por esse local passaram 800.000 kls de outro. Acreditam?



No caminho entre Cruzília e Baependi. Igreja matriz de Baependi.



No caminho entre Baependi e Caxambu.



No Parque das Águas em Caxambu.


No Parque das Águas em Caxambu. Tomei muita água aqui... Infelizmente, por enquanto, não vi nenhum resultado...



Em Caxambu frequentei seu famoso Damódromo e ganhei algumas partidas. Na foto, em frente.



No caminho entre Caxambu e São Lourenço. Muita chuva e umidade.



No caminho entre Caxambu e São Lourenço. Muita chuva e umidade.



No caminho entre Caxambu e São Lourenço. Paisagens imorredouras.



No caminho entre Caxambu e São Lourenço. Muita chuva e umidade.



No caminho entre Caxambu e São Lourenço. Muita chuva e umidade. Defronte o Hotel Fazenda Vista Alegre.



Finalmente cheguei a São Lourenço e por motivos particulares dei por encerrada a minha caminhada, neste momento difícil.
Breve voltarei para seguir até Parati.


BOM CAMINHO A TODOS!