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J. Egídio a Morungaba - III


2020 – JOAQUIM EGÍDIO/SP a MORUNGABA/SP, via FAZENDA SANTA MARIA + RIO JAGUARI - 27 quilômetros


A distância não importa; só o primeiro passo é difícil.” (Mme. Du Delffand) 




Eu já havia feito “travessia” entre o distrito de Joaquim Egídio e a cidade de Morungaba/SP, a pé, em duas oportunidades e por roteiros diferentes: A primeira, via Pico das Cabras, e a segunda, transitando pela Trilha da Bocaina, Fazenda Malabar e Fazenda Girolândia.

Nessa oportunidade, optei por caminhar pela Estrada da Fazenda Santa Maria, depois, à beira do rio Jaguari, sendo que eu já conhecia esse percurso até o seu 21º quilômetro, contudo o trajeto sequente me era inédito.

Isto resolvido, após os trâmites necessários, eu parti da praça central de Joaquim Egídio, às 6 h, ainda no escuro, em direção à cidade de Morungaba/SP, e conto abaixo o que vivi e observei nesse belíssimo e solitário itinerário. 


SOBRE A CIDADE DE MORUNGABA/SP

No “meio” de Itatiba, Valinhos e Vinhedo existe uma cidadezinha com um pouco mais de 12 mil habitantes chamada Morungaba, pequena, mas muito charmosa, que oferece aos visitantes várias opções de lazer, com vistas deslumbrantes de colinas situadas aos pés da Serra das Cabras.

É um ótimo destino para quem procura passar um dia diferente, com muito ar puro e clima acolhedor.

Considerada estância climática, a cidade tem localização privilegiada, oferecendo atividades de turismo rural e ecoturismo.

Lagos, trilhas em mata nativa, mananciais e belas quedas d’água fazem parte da paisagem local.

Famosa por seus cavalos, Morungaba é bastante frequentada por cavaleiros que vão aos centros equestres da cidade. 


A entrada da cidade de Morungaba/SP, um de seus cartões-postais.

Mas nem só essa tribo se encontra por lá; motociclistas e ciclistas também têm no destino um ponto de encontro que proporciona contato com a natureza e tranquilidade.

Outro ponto importante do lugar é o Parque Ecológico Pedro Mineiro, que reúne grande área verde com mata nativa e cachoeiras.

Os visitantes podem contemplar a natureza que os cerca ou fazer as trilhas que o parque preserva.

Já no centrinho, não deixe de visitar a Praça dos Italianos e a centenária Igreja Matriz, de estilo colonial, que conta parte da história da fundação da cidade.

A cidade é produtora de figo, uvas, pêssego e laranja, além de compotas e temperos que fazem a cabeça do turista.


A MINHA SOLITÁRIA CAMINHADA 

O que importa é o caminho, porque só ele é de longa duração e não o objetivo. O objetivo é uma ilusão da viagem.” (Antoine de Saint-Exupery) 




Partindo da praça central do distrito de Joaquim Egídio, cuja igreja matriz é dedicada a São Joaquim e São Roque, eu segui pela avenida central da povoação e 300 m adiante eu girei à esquerda e logo atravessei o ribeirão das cabras por uma ponte.


Então, na sequência, acessei uma estrada de terra nominada de rua Professora Lydia Abdalla e prossegui em direção à entrada do Condomínio Morada das Nascentes, sob clima fresco e temperatura amena.

Então, percorridos 2 quilômetros, agora em meio a fazendas de criação de gado, ultrapassei um riacho por uma ponte e logo principiei a ascender por uma estrada pedregulhada que, cem metros acima, me levou a transitar diante do famoso bar da Cachoeira.

Por sinal, esse estabelecimento, cujo lema é “diversão e tranquilidade num só lugar”, já foi indicado por diversas vezes pela revista “Veja Campinas” como um dos melhores restaurantes da região.

Situado em recanto de uma fazenda, que preserva a natureza e as características bucólicas da região, em local dos mais aprazíveis, o ponto de referência é o bar, construído com materiais de demolição, que lhe confere um clima agradável e diferenciado.

Em uma área com capacidade para 400 pessoas, desfruta-se, em seus vários ambientes, da paz e da tranquilidade típicas da zona rural.

Para as crianças o Bar da Cachoeira oferece como atração, além do contato direto com a natureza, um “Espaço Kids” com playground de eucaliptos.

Nesse local também pode-se desfrutar da natureza, fazendo um passeio a cavalo, num ambiente que oferece estacionamento interno e uma equipe de segurança. 


Em ascenso, com o dia amanhecendo...

Prosseguindo, logo o trajeto se nivelou e pude seguir mais tranquilo, contudo, mais acima, eu prossegui em leve e perene ascenso. 


Ainda em ascenso, quase no topo da serra.

Nesse tramo eu passei diante da entrada da Fazenda Monte Belo e, mais à frente, diante do portão da Fazenda Santo Antônio. 


Caminho plano, já no topo da elevação.

Finalmente, percorridos 6 quilômetros, alcancei 900 m de altitude, num local arejado e situado entre grandes fazendas de criação de gado.

Bem diante da entrada do portão da centenária Fazenda Alpes, olhando à minha retaguarda, eu podia avistar a bela cidade de Campinas no horizonte, situada a, aproximadamente, uns 15 quilômetros em linha reta. 


A cidade de Campinas aparece ao longe..

Em dias claros, dali também é possível visualizar, muito distante a Refinaria de Paulínia (Replan), a maior refinaria de petróleo da Petrobrás, em termos de produção. 


Em forte descenso.

Prosseguindo, descendi por um acidentado trecho até chegar numa bifurcação situada no 7º quilômetro, diante da entrada de outra bela fazenda de criação de gado bovino. 


Bifurcação. Aqui segui à direita.

Ali, observando a sinalização, eu fleti à direita, ultrapassei um ribeirão por uma ponte e prossegui por uma estrada levemente ascendente, situada entre nichos de mata nativa. 


Nichos de mata nativa.

Prosseguindo, 1.500 metros à frente, transitei diante da entrada da centenária Fazenda Santa Maria.

“Fundada pelo comendador Antônio Manuel Teixeira, em 1830, no auge da produção cafeeira na região, sendo seu rico conjunto arquitetônico composto pela casa sede, capela e diversas instalações, que se encontram em ótimo estado de conservação, sendo que ela foi adquirida pelos atuais proprietários em 1989.

Segundo eles, a recuperação da casa sede e de todo o seu entorno levou 12 anos, em um trabalho intenso e minucioso. 


Entrada da centenária Fazenda Santa Maria.

Atualmente, a Santa Maria oferece eventos de um dia, tais como: reuniões de trabalho, celebrações religiosas e passeios para grupos (acima de 20 pessoas) interessados em fazer um tour histórico-cultural.

Nesse item específico, o passeio tem 2 h 30 min de duração, incluindo água e suco de frutas, visitas à casa sede, senzala, capela, horta e pomar.

Na propriedade, atualmente, é produzido licor de jabuticaba e sua administração oferece aos visitantes, desde 2005, a oportunidade de conhecer o processo de produção da bebida, pois na temporada da fruta acontece o “pague e colha” no pomar de jabuticabeiras, árvore frutífera da família das mirtáceas e nativa da Mata Atlântica.


Igrejinha de São Francisco de Borja.

Percorridos 9 quilômetros, num cruzamento, pude fotografar a linda capelinha São Francisco de Borja, toda vestida de amarelo, que pertence à Fazenda Santa Maria e comporta 80 pessoas sentadas em bancos de madeira, além de contar com um altar em cedro estilo barroco, um local muito concorrido para enlaces matrimoniais.

Construída originalmente na casa sede da Fazenda Santa Maria, a capela veio a ruir e foi reerguida na década de 1940 no local onde se encontra atualmente, com uma torre sineira (com sinos), altar e retábulo adaptado à altura do forro.

Nos anos 2000, já em posse dos proprietários atuais, a capela passou por reformas, adaptando-se a sacristia, banheiro, batistério e coro, elevando o teto, antevendo o futuro restauro do altar à sua altura original.

Seu padroeiro é um santo espanhol canonizado em 1671, cuja festa ocorre no dia 10 de outubro.


Entrada do Armazém Rural Bar.

Prosseguindo, eu acessei a Estrada Santa Maria onde girei à esquerda, depois, caminhei por locais planos e sobre piso socado, entre campos de pastagens e de reflorestamento de eucaliptos e, percorridos mais oitocentos metros, passei diante do Armazém Rural Bar.

Trata-se de um local bastante recomendado pelos frequentadores da região, que afirmam ser uma das melhores opções para pessoas que desejam um lugar tranquilo e amigável para saborear o gostinho da comida caseira.

Localizado em Joaquim Egídio, o estabelecimento atrai clientes pela sua simplicidade e originalidade. Há seis anos no mercado, o restaurante se tornou ponto de referência para pessoas que buscam por um ambiente calmo e familiar.

Além disso, o espaço conta com uma área destinada apenas ao lazer infantil, onde as crianças entram em contato com a natureza enquanto se divertem.

A costela no bafo, o filé de tilápia e a linguiça caseira feita pelo proprietário Adriano Queiroz de Andrade, é a marca de exclusividade do bar, e o sabor das refeições preparadas carinhosamente no fogão à lenha, faz com que você se sinta em sua própria casa.

Pela necessidade de atender um público maior, a proprietária e também cozinheira, Rosângela Aparecida de Andrade, resolveu expandir o ambiente onde o restaurante está localizado, fazendo com que um pequeno armazém de família se tornasse um local capaz de receber grandes eventos.

Em 2015 o restaurante sediou um encontro de Jeeps destinado às pessoas da região, sendo que o evento reuniu cerca de 150 convidados.

O estabelecimento também acolheu pela quarta vez consecutiva os participantes do Circuito de Trekking de São Paulo, sendo que o Armazém Rural também já recepcionou encontros de comidas vegetarianas e pratos alternativos para agradar todos os gostos e peculiaridades.


Entrada do bar do Vicentão.

Prosseguindo, trezentos metros adiante, cheguei ao bar e restaurante do Vicentão, que é sinônimo de receptividade e comida boa, mas que também se encontrava fechado quando ali passei.

Nesse magnífico lugar, uma linda capelinha erigida logo na entrada do estabelecimento dá as boas-vindas aos clientes, e uma fonte recém-construída, com carpas nadando, incrementa ainda mais a tranquilidade do local.

Trata-se de um famoso ponto de encontro entre as diferentes tribos de aventureiros: ciclistas, cavaleiros, caminhantes, jipeiros e motociclistas, que ali se apinham nos finais de semana para garantir uma cerveja gelada, acompanhada pela “imperdível” porção trio, que é composta por torresmo, calabresa e mandioca frita.

Pode-se, inclusive, almoçar, ao som da casa, que é basicamente moda de viola, o que harmoniza perfeitamente com o ambiente integralmente familiar.

O estabelecimento foi aberto em 1998 e durante os finais de semana está sempre cheio, sendo que nos últimos anos recebeu frequentes reformas que o deixaram com ares de casa do campo, de “caboclo”.

Segundo seus frequentadores, é um daqueles “botecos” que precisamos conhecer um dia para aproveitar a natureza e sair da confusão da cidade. 


Entre eucaliptos...

Naquele local, após caminhar 10 quilômetros, ao invés de seguir em frente, em direção à Usina do rio Jaguari, eu fleti à direita e prossegui em leve ascenso pela nominada Estrada do Feliciano, ladeado por grandes plantações de eucaliptos.

No topo do morro, percorridos 11 quilômetros, enfrentei forte declive, amenizado pela mata nativa que envolvia a estrada. 


Forte descenso...

Depois, já no plano, transitei entre grandes fazendas de criação de criado, até chegar ao rio Jaguari, que atravessei pela emblemática Ponte Queimada.

Por sinal, nesse local se situa a divisa dos municípios de Campinas e Pedreira. 


Ponte Queimada existente sobre o rio Jaguari.

O clima se encontrava fresco, sol moderado, excelente para caminhar.

Até aquele ponto eu havia percorrido 15 quilômetros, então, fiz uma pausa ingestão de carboidratos e hidratação, pois o calor já se fazia presente. 


O belíssimo rio Jaguari, desde a Ponte Queimada.

Retemperado fisicamente e extremamente animado, prossegui caminhando à beira rio, por uma estrada bucólica, de piso firme e úmido, num trajeto quase todo sombreado e que oferece magníficas paisagens.

Nesse trecho passei diante de chácaras e inúmeras fazendas, todas muito bem cuidadas. 


Trecho sequente extremamente sombreado..

Esse trajeto, sempre bordejando o rio Jaguari que corria pelo meu lado direito, oferece locais extremamente arborizados, por onde segui solitário, agradecendo o dom da vida. 


Caminho fresco e silencioso.

Também, nesse interregno, cruzei e fui ultrapassado por inúmeros ciclistas que “faziam” seu pedal sabatino. 


Adentrando ao município de Amparo.

Em algum local à frente, no 18º quilômetro, eu ultrapassei novamente a divisa de municípios e deixei o de Pedreira para adentrar no de Amparo, num local onde há uma placa informando tal transição. 


Caminho magnífico nesse dia...

Então, percorridos 21 quilômetros, numa bifurcação, fleti à direita e, por uma ponte, ultrapassei novamente o rio Jaguari, depois acessei uma via ascendente calçada por paralelepípedos e logo avistei algumas torres da Embratel, atualmente, desativadas, e pertencentes ao município de Morungaba. 


Na 2a. ponte sobre o rio Jaguari.

Trata-se de um local turístico e arborizado, parada obrigatória dos ciclistas e trilheiros da região, para fotos e observação. 

Defronte a esse local há um portal de pedras, sinalizando a entrada para outra via vicinal de terra: a Trilha Maria Nonna, que segue em direção à Estrada das Cabras. 


As antenas da Embratel, atualmente, desativadas.

Porém, desta vez eu segui adiante e logo encontrei vários ciclistas que vinham em sentido contrário, além de uma dezena de cavaleiros que, garbosamente, montavam belos animais da raça equina.

Um quilômetro à frente, já caminhando sobre piso asfáltico, enfrentei forte ascenso que se prolongou pelos próximos 3 quilômetros e nesse interregno encontrei bastante tráfego.

Porém, por sorte, apesar do sol forte que envolvia a paisagem, o dia se mantinha fresco e ventoso, extremamente agradável para caminhar. 


Igreja dedicada a São Judas Tadeu, em Morungaba/SP.

Sem maiores problemas, adentrei em zona urbana e logo parei para fotografar uma bela igreja, de cúpula amarela, cujo padroeiro é São Judas Tadeu.

Seguindo adiante, quando, finalmente, o caminho se aplainou, eu me encontrei com a SP-360, e depois de mais 2 quilômetros percorridos à beira da rodovia, cheguei diante da igreja matriz de Morungaba.

Ali, após agradecer a Deus pelo sucesso de minha jornada e bater algumas fotos, dei por encerrada minha solitária travessia.

Então, considerando minha “missão” como cumprida, adentrei num táxi e retornei à minha residência. 


Defronte à igreja matriz de Morungaba/SP, final de minha caminhada nesse dia.

Sobre a plácida cidade, que me encantou por sua tranquilidade e simpatia, me surpreendeu saber que sua toponímia deriva de Murãng (bom, belo, formoso, agradável, aprazível) + aba (sufixo que exprime terra ou lugar”.
Morungaba, portanto, significa: terra boa, bela, agradável, aprazível.

O desbravamento do território onde se encontra o município teve início no começo do século XIX, sendo que o distrito de Conceição da Barra Mansa foi criado em 1888.

Em 1891, foi o lugar elevado à categoria de Distrito de Paz do município de Itatiba.

Por proposta da Câmara, o nome Barra Mansa foi substituído, em 1919, pelo de Morungaba, que se emancipou administrativamente em 1965 e foi elevada à condição de estância climática em 1994.

Em 13 de março de 2014, a cidade de Morungaba (SP) passou a fazer parte da Região Metropolitana de Campinas (RMC) – área formada agora por 20 municípios e que concentra três milhões de habitantes. 


Flores numa rua de Morungaba/SP.

Sobre o itinerário hoje percorrido, diria que o clima reinante muito auxiliou o meu deslocamento, por um percurso composto de muita mata nativa e belezas naturais como, por exemplo, o rio Jaguari.

O trajeto inicial, de 22 quilômetros, é trilhado em chão de terra batida, em uma via única, bem delimitada e sinalizada, cercada por fazendas, pastos e áreas verdes, que proporciona contato constante com a natureza.

Teoricamente, a trilha é de nível moderado, mas tem vários ascensos e declivências que, certamente, podem estafar facilmente os mais despreparados.

De se ressaltar, no entanto, que trata-se de um percurso de média/grande extensão e nele subsistem duas aclividades a serem sobrepujadas: uma logo no início, de razoável dificuldade, e a outra a partir do 22º quilômetro, quando a estrada se torna, praticamente, urbana, com 3 quilômetros de extensão. 


Um caminho pleno de paisagens espetaculares....

No global, diria que esse itinerário é bastante frequentado nos finais de semana por ciclistas e, infelizmente, também por mototrilheiros, que a percorrem em ambas as direções, assim, o caminhante precisa ficar atento, mormente, nos declives, quando as bicicletas descendem em alta velocidade.

Já os motociclistas estão sempre apressados e pouco respeitam quem está no caminho, pois transitam sempre em máxima rotação, com escapamento barulhento, levantando poeira e afugentando os animais que residem no entorno.

Ou seja, esse pessoal deveria ser proibido de trafegar nas estradas rurais abrangidas pela APA de Campinas, visto a forma agressiva e pouco recomendável com que se comportam nas trilhas da região.


FINAL

Senhor… Me ensina a esperar pelo Teu tempo. Segura firme minha mão e aumenta minhas forças na caminhada da vida. Me conduz pelo melhor caminho guiando meus passos. Me protege de todo mal. Aumenta minha fé e renova cada dia a minha confiança em Ti.” 


Sobre a ponte, atravessando o rio Jaguari pela 2a. vez no dia.


OS BENEFÍCIOS DA CAMINHADA PARA O CÉREBRO 

Fonte: https://tourlife.com.br


Pesquisas comprovam que após uma caminhada alguns neurônios são ativados, sendo que estes inibem a atividade nervosa das células, ou seja, a caminhada mantém o cérebro e o restante do corpo em um estágio de calmaria.

Um estudo realizado pelo Dr. Arthur Kramer da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, evidenciou que caminhar três vezes por semana durante 40 minutos, por um ano, aumenta o volume do hipocampo, região responsável pela memória.

As pessoas idosas tendem a perder massa do hipocampo e a caminhada se torna uma forma de manter essa região com uma performance desejável.

O que pode ser prevenido desde sempre.

Além disso, existem outros benefícios da caminhada. Veja:

Impede que a células nervosas do cérebro se tornem hiperativas; 


Gratidão Senhor, por mais esta jornada vitoriosa!

Fortalece a memória;

Melhora o sistema circulatório evitando doenças cardiovasculares;

Libera uma maior quantidade de endorfina no corpo, hormônio responsável pela sensação de alegria e relaxamento;

Diminui a produção de gorduras ruins, melhorando o colesterol;

Aumenta o nível de energia no corpo;

Melhora a qualidade do sono.

Se puder caminhar 10 minutos ao dia, comece assim, mas dê o primeiro passo para ter uma vida mais saudável e um cérebro vigoroso.

Esse é o tipo de atitude que lhe trará benefícios a curto, médio e longo prazo.

Você pode caminhar para viver melhor.


Bom Caminho a todos! 

Julho/2020