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ANNAPURNA – Autor: Maurice Herzog


ANNAPURNA – Autor: Maurice Herzog




O livro “Annapurna: O primeiro cume de mais de 8 mil metros conquistado pelo homem“, escrito pelo escalador francês Maurice Herzog, foi escrito quando o autor foi líder da primeira expedição da história a subir, e retornar, de uma montanha de 8.000 m.
A obra é considerada um dos maiores clássicos da literatura de montanha e é talvez o livro de escalada mais influenciador já escrito na história.
No dia 3 de junho de 1950 o francês Maurice Herzog, junto de seu companheiro de equipe Louis Lachenal, alcançaram o topo do monte Annapurna (décima mais alta montanha da Terra com 8.091 m de altitude), no Himalaia, tornando-se os primeiros a conquistar uma das catorze montanhas de mais de 8 mil metros do mundo.
O feito se concretizou depois de meses de esforço para estabelecer a rota de ataque, numa região ainda não mapeada, sob imensas dificuldades técnicas e no limite de tempo estabelecido pela chegada da monção, prevista para os primeiros dias de junho – seria preciso abandonar a montanha antes que ela chegasse, com seus ventos fortíssimos e suas chuvas diluvianas.
Toda a expedição foi largamente popularizada pelos meios de comunicação, em especial os jornais Paris Match, além de diversos filmes e livros.
Mas este feito foi depois colocado em dúvida por diferentes pessoas próximas a Maurice, e não só alpinistas mas pela própria filha, que levanta hipóteses de uma mentira e de uma manipulação dos meios de comunicação.
Lançado em 1951, este clássico da aventura relata uma das expedições mais dramáticas já vividas na montanha, narrando desde a travessia do sul do Nepal, e da conquista do cume, até a volta penosa e a euforia da recepção.
O texto original foi escrito em francês, e logo se estabeleceu como um best seller do gênero sendo traduzido em vários idiomas nos anos seguintes.
Ao todo o livro vendeu mais de 11 milhões de cópias sendo considerada até hoje é considerado a obra sobre montanhismo mais vendida, sendo considerada por estudiosos como o mais bem sucedidos de todos os tempos.


Sinopse: Lançado em 1951, este clássico da aventura relata uma das expedições mais dramáticas já vividas na montanha. Impossibilitado de escrever, seu autor ditou-o na cama do hospital onde se recuperava dos danos físicos sofridos durante a escalada.
No dia 3 de junho de 1950 o francês Maurice Herzog e seu companheiro de equipe Louis Lachenal alcançaram o topo do monte Annapurna, no Himalaia, tornando-se os primeiros a conquistar uma das catorze montanhas de mais de 8 mil metros do mundo. O efeito se concretizou depois de meses de esforço para estabelecer a rota de ataque, numa região ainda não mapeada, sob imensas dificuldades técnicas e no limite de tempo estabelecido pela chegada da monção, prevista para os primeiros dias de junho: seria preciso abandonar a montanha antes que ela chegasse, com seus ventos fortíssimos e suas chuvas diluvianas.
Desde a travessia do sul do Nepal e da conquista do cume até a volta penosa e a euforia da recepção aos heróis, a narrativa de Herzog, líder da expedição, é de tirar o fôlego.


Opinião Pessoal: Por natureza, toda grande expedição já tem componentes de sobra para a elaboração de um livro. Mais ainda se ela for recheada de aventura, drama humano e imprevistos. O ano é 1950. Na época, o Himalaia era o mais assustador objetivo dos alpinistas e uma sucessão de erros nos mapas até então traçados. Annapurna é um dos 14 picos acima de 8 mil metros da gelada região do Nepal, e foi o maior desafio para um competente grupo de montanhistas franceses.

Escrito por Maurice Herzog, chefe da expedição, narra o dia-a-dia da equipe que realizou a façanha ímpar de conquistar, em 3 de junho de 1950, o topo dos 8.075 metros do Annapurna. Mas o livro também expõe o alto preço pago pela ousadia do grupo: mutilações, amputações a frio e todo tipo de sofrimentos físicos.

Por integrar a expedição, Maurice conduz com habilidade a narrativa da obra. Não faltam ao leitor detalhes que enriquecem a história. A obra tem outros dois pontos favoráveis. Quem não fizer idéia de onde fica ou como é estruturado o Himalaia passará a compreender melhor a região por meio de didáticas notas de rodapé. Além disso, as descrições do autor incluem um ótimo panorama da cultura e tradição locais. (Transcrito de www.terra.com.br)


Minha Avaliação: Imperdível! Relato Cortante!