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Serras Catarinenses


SUBIDA DA SERRA DO RIO DO RASTRO E DESCIDA DA SERRA DO CORVO BRANCO



Acabo de retornar de Santa Catarina, onde fui realizar um sonho longamente acalentado: conhecer e desbravar, a pé, as Serras do Rio do Rastro e do Corvo Branco. 

Tarefa concluída a bom termo, graças a camaradagem e companhia dos amigos Gilberto Perdiz, José Carminatti e Celina Missura, peregrinos que me acompanharam nesse trajeto.

Em breve publicarei singelo diário de mais esta aventura, contudo, no momento, posto algumas fotos concernentes aos eventos recém-concluídos, como forma de clarificar a beleza dos locais por onde caminhamos.

Bom Caminho a todos!!


Local de partida para o cume da Serra do Rio do Rastro: Hotel Verde Serra, distante 11 quilômetros do pico e a 500 m de altitude.


Altimetria a ser vencida, capturada pelo peregrino Perdiz no Google Earth.


Os cinco guerreiros que irão encarar o desafio, prontos para a partida: Carminatti, eu, Márcia, Perdiz e Celina.


À direita de quem caminha, situa-se um grande e profundo vale, que oferece um visual fantástico, pleno de muito verde.


Visual belíssimo da serra, sempre olhando para o lado direito do caminhante.


Uma cascata cristalina surge descendo pelo paredão, no meio da serra.


Superados 6 quilômetros, é possível avaliar o progresso da caminhada, observando-se à retaguarda o tanto vencido.

Olhando para trás, o caminhante pode ver como a estrada serpeia, em meio a muito verde.

Sempre em ascenso, foto mostrando o progresso realizado em direção ao cume.

Uma cachoeira despenca do alto, em meio a muito verde.


Monumento erigido em homenagem aos tropeiros!

Cachoeira que desce a serra e vai formar abaixo o rio do Rastro.


Do miradoiro, a 1.300 m, vista da serra que ficou à minha retaguarda.


Momento de intensa emoção, no mirador da Serra do Rio do Rastro, situado a 1450 m de altitude, ao contemplar o percurso vencido.

Desafio superado, com extrema dificuldade, mas com muita alegria pela conquista.


Obrigado Senhor, por mais esta vitória!

Uma família de quatis me recebeu alegremente no alto da serra. Depois, descaradamente, roubaram meu lanche..


Eu ainda segui a pé por mais 11 quilômetros até Bom Jardim da Serra, onde iria pernoitar. Esse é o Portal situado na entrada da cidade.

Igreja Matriz de Bom Jardim da Serra/SC, que está situada a 1350 m de altitude.

Jantar festivo em Bom Jardim da Serra, com Perdiz e Celina.


Paisagem da serra do Avencal, quase chegando à Urubici/SC


Uma das mais bonitas e diferentes igrejas existentes em Urubici/SC.

Cartaz mostrando a localização do Morro da Igreja e da Serra do Corvo Branco, para onde iríamos seguir.


Um cartaz revelador e, ao mesmo tempo, assustador em termos de temperatura negativa.

No famoso Morro da Igreja, diante da Pedra Furada, cartão postal de Urubici, a cidade mais fria do Brasil.


Curtindo mais uma conquista, com a Pedra Furada ao fundo.


Rio Canoas, um belíssimo curso d'água, que acompanhou nosso trekking nesse dia.


Albergue em Rio Canoas, local onde pernoitamos depois de partirmos de Urubici.

Enquanto o jantar não fica pronto no albergue de Rio Canoas, o Perdiz e a amiga Celina debatem os próximos Caminhos. Com o cão Capeto de prontidão!

Seguindo em direção ao pico da Serra do Corvo Branco, já no dia seguinte, em meio a muito barro, pois chovera forte na noite anterior.

Início da descida da Serra do Corvo Branco, onde houve o maior corte de rocha no Brasil: 90 metros.


Descida da Serra do Corvo Branco capturada pelo peregrino Perdiz, diretamente no Google Earth.


Um cartaz bem explicativo.


Vibrando no alto da Serra, antes de iniciar a temível descida.

Alegria compartilhada com o Mestre Gilberto Perdiz, por mais um sonho realizado.

O cartaz diz tudo...

Visual fantástico na descida, que é íngreme e pode causar danos aos joelhos dos caminhantes menos preparados.


Um visual de tirar o fôlego....


Já bem em baixo, volvendo à retaguarda, é possível ver o corte existente no paredão rochoso por onde eu iniciara a descida no morro.

Essa estrada está sendo asfaltada, então encontrei muito barro e convulsão em seu leito.

A estrada serpenteia à minha frente, sempre em franco descenso.


O distrito de Aiurê, que pertence à cidade de Grão-Pará, aparece abaixo e à minha frente.

Festejando em Aiurê, com Celina e Perdiz, o final da caminhada.


A igreja de Aiurê com a estátua da indiazinha que deu nome ao povoado.

Em Criciúma, festejando com Perdiz e Carminatti, duas "feras" peregrinas, que tive a honra de conhecer nessa viagem.

Igreja Matriz de Criciúma, uma cidade que adorei conhecer,  e recomendo com efusão, pela hospitalidade e educação de seu povo. 

Almoço regado a caipirinha, debaixo de chuva. Tem algo melhor?

Partindo para o Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, com Perdiz e Carminatti.


O trajeto é todo urbano, mas após a metade da jornada, a "Passarela dos Peregrinos" oferece uma calçada protegida à beira da pista.

Um peculiar ponto de ônibus, já no município de Nova Veneza.


Quase chegando, alegria total!


Santuário de Caravaggio, foto na chegada.

Local de culto, abaixo da igreja, onde jorra uma água abençoada.

Obrigado Mãe Maria, por mais esta vitória conquistada!


Retornando à Criciúma por outro roteiro, mas ainda por rodovia.


Tarefa concluída: 30 quilômetros percorridos em 6 horas e 30 min.

Monumento existente na Praça Central de Criciúma, uma cidade que preserva e valoriza seus heróis.


Forquilhinha, terra que cultua sua filha Zilda Arns, onde está localizado o aeroporto de Criciúma.


Aeroporto de Criciúma hoje: Hora de voltar para a casa!

BOM CAMINHO A TODOS!