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3º dia: CAPELA DO SACO à CARRANCAS – 29 quilômetros


3º dia: CAPELA DO SACO à CARRANCAS – 29 quilômetros


"Cada dia é um milagre que me embriaga. Eu quero mais. Saúdo todas as manhãs como um novo prazer." (Malika Oufkir)



A maior parte deste trecho é de estrada em boas condições de conservação. A companhia para o viajante é da belíssima Serra de Carrancas circundada por quatro outras serras. O desenho final é em forma de ferradura. A vegetação é típica de Cerrado e de 

Mata Atlântica, onde vê-se candeias, óleo copaíbas, ipês-amarelos, corticeiras e jequitibás. A partir do marco 1023, a estrada está muito ruim, com fortes subidas em pedras de calcário com cascalho solto. Atenção nesse trecho com os mata-burros 

na vertical, principalmente para os cicloturistas. O ponto final do trecho é em Carrancas. Diz a lenda que as catas, formadas pelas escavações em busca de pedras preciosas, vistas de longe pareciam caras feias. Daí, o nome da cidade. O município tem sido 

cada vez mais procurado por praticantes de ecoturismo por causa de suas cachoeiras e serras. (Fonte: http://www.institutoestradareal.com.br/roteiros/velho/36)”



A jornada seria difícil, por isso, assim que despertei, me preparei mentalmente para a aventura.

Cumprindo o que eu havia combinado com a Kátia, às 5 h o café da manhã já estava pronto no refeitório, o que muito agradeci.


Primeiro marco da ER e do CRER, insertos numa praça, defronte à Pousada Reis, em Capela do Saco/MG.

Então, bem alimentado, ainda às escuras, lanterna na mão, após fraternais despedidas de minha gentilíssima hospitaleira, dei início a jornada.


Com o dia clareando, caminhando entre pastagens.

O caminho plano e arejado me levou a caminhar entre imensas pastagens, onde o forte era os rebanhos de gado leiteiro, alguns, por sinal, sendo ordenhados.


Ao longe, eu avistava os braços da Represa dos Camargos. Coisa linda!

Com o dia clareando, pude verificar que eu estava transitando em meio a dois braços que formam a Represa dos Camargos, em locais que foram alagados após a sua construção.


Caminho aberto, arejado e em leve descenso, em meio a grande plantação de soja.

Nesse trecho primário, eu transitava a 1.000 m de altitude, e tinha uma visão privilegiada do horizonte e de toda a paisagem circundante, que logo se mostrou fantástico.


Ainda em descenso, entre plantação de soja.

E, ao fundo, e bem longe, eu já conseguia distinguir a fabulosa Serra de Carrancas.

Por sinal, ela está localizada ao norte da povoação de Carrancas, tem cerca de 25 quilômetros de extensão, altitude máxima de 1.378 metros, e é fonte riquíssima de água, abastecendo inclusive a própria cidade.

Diga-se, ainda, que ela é circundada por outras quatro serras e a vegetação no entorno é típica do cerrado e da mata atlântica.

Nesse primeiro tramo, enfrentei um caminho praticamente plano, alternando com amenos ascensos e descensos.


Estrada deserta, piso socado, trajeto agradabilíssimo.

Mais à frente, a paisagem se modificou, e caminhei um bom tempo ao lado de uma imensa plantação de soja.

Também surgiram grandes estirões retilíneos, por onde eu transitei tranquilo e solitário, pois por mais de duas horas não encontrei ninguém e nem cruzei ou fui ultrapassado por nenhum veículo automotivo.

Sentia uma paz enorme, uma sensação incrível de liberdade, e não cessava de agradecer a Deus pelos momentos indeléveis que vivenciava na trilha, longe do trânsito e do estresse das grandes cidades.


Transitando entre eucaliptos.

Que, com certeza, deveria permear nas metrópoles e adjacências, naquela manhã de segunda-feira.

O dia se mantinha nublado mas, infelizmente, a previsão era de sol forte e chuva à tarde.


O Caminho segue arejado e agradável.

Depois de um pequeno descenso, passei a ascender por um fresco bosque de eucaliptos, uma cultura também bastante forte nessa região.

Às 7 horas, finalmente, o sol apareceu e eu aproveitei a ocasião para desvestir a blusa que usava e fazer uma pausa para hidratação e ingestão de uma banana.


Pausa para descanso e hidratação. O sol já apareceu.

Prosseguindo, transitei por um agradável bosque, onde as quaresmeiras nascidas à beira da estrada davam um toque festivo à paisagem.


Caminho agradável e colorido.

Depois, voltaram as pastagens, com grande visão da área circundante e do longínquo horizonte, pleno de pequenas elevações.


Trecho entre pastagens, com largas vistas de todo o entorno.

Vencidos 10 quilômetros, encontrei uma bifurcação e tomei à direita, pois se prosseguisse na principal, seguiria em direção a vários outros distritos e povoações.


Leve ascenso me aguarda, mais adiante.

De plano, precisei sobrepujar um duro ascenso, apenas uma leve lembrança do que eu enfrentaria mais adiante.


Estrada sombreada, orlada por eucaliptos.

Na sequência, transitei por outro agradável bosque de eucaliptos e agradeci ao Criador pela beleza e frescosidade do local.


As sombras sumiram em definitivo. Caminho aberto.

Nesse tramo, fui ultrapassado por alguns autos o que, de certa forma, empanou a tranquilidade que eu vivenciava na trilha.


Ao longe, a serra de Carrancas se aproxima inexoravelmente...

Durante um bom tempo transitei ao lado de uma grande propriedade, onde podia divisar plantações a perder de vista, algo realmente impressionante.


Caminho silencioso e deserto. Paisagens fantástica.

Num pequeno descenso encontrei o Sr. Jamil, que aguardava o ônibus gratuito, proveniente da Capela do Saco, todas as segundas-feiras, para seguir a Carrancas, onde utilizaria o serviço médico do município.


Pausa para descanso. Não há sombras.

Conversamos um pouco e ele me informou que a área verde que eu avistava era uma plantação de soja, localizada na famosa Fazenda das Cobras.


Uma imensa plantação de soja do lado direito, na centenária Fazenda das Cobras.

Além dessa cultura, havia também milharais que se estendiam até onde a minha vista alcançava.


O caminho segue à esquerda, em direção à serra.

Algo fantástico e engrandecedor, pois representava nosso alimento germinando nas profundezas da mãe Gaia.

Depois das despedidas, segui adiante, agora em franco descenso e, mais abaixo, deixei o leito da estrada principal, para entrar numa senda vicinal, localizada à esquerda.


Um pouco de sombra. A última que encontrei nessa jornada.

De forma lenta, mas contínua, eu e a Serra de Carrancas nos aproximávamos inexoravelmente, pois de onde eu caminhava, já podia divisar com precisão seus contrafortes.

Porquanto, a visão desse imponente maciço rochoso provoca emoção ao mais insensível caminhante.

Visto que, suas escarpadas laterais são uma pequena amostra da grandeza desse acidente geográfico.

Em rota de colisão com a serra de Carrancas.

Seguiram-se pequenos estirões e depois um forte descenso.


Paisagem aberta, serra cada vez mais próxima.

Eu já percebia forte mudança na vegetação que, repentinamente, passou a ser aquela típica do cerrado brasileiro, com árvores retorcidas e folhas grossas, em meio a uma grama rasteira e pouco densa.

O calor se fazia infernal e eu transpirava abundantemente.

O sol, quase a pino, dardejava raios flamejantes, de forma que fiz uma pausa para renovar meu protetor solar, pois sentia a nuca latejar.


O caminho prossegue em descenso, mas, depois, o ascenso será forte.

Então, o caminho girou à esquerda e apontou diretamente para a imponente montanha.

Lentamente, principiei a ascender, sempre por uma estrada pedregosa e desprovida de sombras.

Meu estoque de água estava no final e não divisei uma única residência nas imediações onde pudesse repor o precioso líquido, o que estava me deixando preocupado.


Quase nas faldas da serra, com muita sede e calor.

Sem alternativa, prossegui em frente e, depois de percorrer 19 quilômetros, principiei realmente a ascender pelos contrafortes do morro.

O forte mormaço reinante e a desidratação que sentia, me deixavam sem ânimo, fôlego, e a fadiga me invadia.

E em determinados momentos, cheguei a pensar em deitar em algum local, tamanha a exaustão que me tomava.


Subida íngreme e constante.

Porém, nessas horas, a persistência é vital e eu, ainda que aos trancos e barrancos, prossegui em ascensão.

Eu avistava do meu lado direito um regato limpíssimo, correndo dentro de uma calha de pedra, mas estava muito abaixo do nível da estrada, por isso não tinha como acessá-lo.

Contudo, como por um milagre divino, quinhentos metros acima, localizei, ao lado do caminho, uma pequena cachoeira que descia da serra e depois, por um furo, despencava em direção ao riachozinho.


A milagrosa cachoeirinha que encontrei à beira do caminho.

Imediatamente me desfiz da mochila e adentrei ao poço cristalino, onde pude matar a sede, lavar o rosto, molhar o boné, encher minhas garrafas de água, enfim, reviver novamente.

Com vigor redobrado, prossegui subindo e, incrível, pouco mais acima, avistei uma bica de água proveniente de uma outra nascente, essa, inclusive, canalizada.


Água da serra, canalizada e fresca.

Por curiosidade, pois estava com meu estoque pleno, ingeri um pouco da água e a senti fria e deliciosa.

Portanto, para aqueles que como eu não conseguirem água no caminho, essas alternativas que encontrei podem ser uma boa opção, embora não saiba se elas são perenes, mesmo em períodos de estiagem.


Vistas do que ia ficando a minha retaguarada.

Plenamente recomposto, fui galgando os aclives que apareciam, enquanto minha visão do horizonte ia se ampliando, com vistas múltiplas dos locais que havia deixado a minha retaguarda.

Esse trecho final da serra, também conhecido como Cruz das Almas, é um antiquíssimo ponto de travessia, onde além da linda paisagem, pode-se contemplar séculos de história.


O ascenso prossegue sem fim.

Finalmente, a 1280 metros de altura, o caminho se aplainou e eu, pensando ser o final do ascenso, fiz uma pausa restauradora para contemplar o entorno e me hidratar profundamente.

Por sorte, o tempo nublara e um vento frio, daqueles que acolhe os caminhantes no topo da serra, deixava o ambiente fresco e acolhedor.


Vista já do outro lado da serra.

Prosseguindo, depois de pequeno descenso, segui novamente em ascensão, mas, desta vez, de forma gradual, por uma caminho descampado, com visão geral do entorno.


O aclive prossegue, mas agora em trecho aberto.

Finalmente, a 1302 m de altitude, ultrapassei o ponto de maior altimetria dessa etapa e pude avista a cidade de Carrancas, abaixo e a uns 4 quilômetros de distância, minha meta para aquele dia.

Por sinal, seu nome, diz a lenda, que as catas, formadas pelas escavações dos que buscavam pedras preciosas, ao serem vistas de longe, pareciam duas caras feias, ou melhor, carrancas.

Porém, segundo os estudiosos, esse local jamais foi encontrado.


Finalmente, no topo da serra, a visão da cidade de Carrancas ao longe e abaixo.

Observando a cidadezinha lá longe, transformada em uma mancha branca no meio das montanhas, posso compreender melhor Fernando Pessoa:

“Do alto do meu outeiro vejo tudo o quanto se pode ver do universo. Por isso a minha aldeia é do mesmo tamanho de outra terra qualquer”.

Naquele local descampado, o vento, esse meu irmão querido, fiel e invisível companheiro de tantos momentos importantes da minha vida, prosseguia me acariciando.

A descida que me esperava, mais parecia um verdadeiro tobogã, como já podia antever dali.

Concernente ao fato, a partir desse patamar, iniciou-se desabalado descenso, que fui vencendo calmamente, sempre escudado por meu fiel cajado, pois existiam muitas pedras soltas no leito da estrada e um leve escorregão poderia redundar numa queda espetacular.


Descendendo, com muito cuidado...

Quase no final do descenso, próximo a um marco da ER, resolvi fazer outra pausa para hidratação e descanso, vez que estava a aproximadamente 1.000 metros da chegada.

Depois de superadas praticamente todas as vicissitudes dessa etapa, durante esse interlúdio, feliz pela vitória daquele dia, foi impossível não repensar naqueles que por primeiro transitaram por esse mágico roteiro.

Os preambulares bandeirantes, aqueles que se embrenhavam pelo mato acompanhados por índios, só contavam com suas próprias pernas.

Não havia como passar com montarias pelas trilhas das antas.

E tinham que carregar sua própria carga, a não ser que tivessem escravos índios, o que não era raro.

Era um outro mundo, onde todos andavam a pé.


Quase chegando a zona urbana de Carrancas/MG

Por isso, ao fazer desse modo minha viagem, sinto-me muito próximo daqueles pioneiros.

Quando coloco meus pés nessas trilhas, não só absorvo um pouco da energia secular daqueles que me precederam, mas somo às deles minhas pegadas.

É o mínimo que tenho obrigação de fazer, se quero contar e vislumbrar um pouco que sobrou da nossa história.

Prosseguindo, já no plano, eu ultrapassei o ribeirão Cachoeira e logo adentrei em zona urbana, seguindo em direção ao centro da urbe.

Em seguida, me hospedei na Pousada Roda Vida, onde havia feito reserva.

Ali, por R$80,00, pude desfrutar de um quarto amplo e confortável, provido com ventilador de teto e TV de tela plana, algo raro em estabelecimentos da espécie na região.

Para almoçar, utilizei o restaurante localizado no térreo da Pousada, de excelente qualidade, pois a comida é feita em fogão a lenha.

Achei apenas o preço um tanto salgado (R$35,00 o kg) mas, de certa forma, em consonância com aqueles praticados em cidades turísticas.

Depois da necessária lavagem das roupas, deitei para um merecido descanso, exatamente, quando um forte temporal se abatia sobre a região.


Pousada Roda Vida, local onde me hospedei nesse dia.

Carrancas: diz a lenda que as catas, formadas pelas escavações em busca de pedras preciosas, vistas de longe, pareciam caras feias. Daí, o nome da cidade.

O município tem sido cada vez mais procurado por praticantes de ecoturismo por causa de suas cachoeiras e serras. O Complexo da Zilda, com várias passagens por rios e cachoeiras é o local mais visitado.

A região foi desbravada pelos taubateanos João de Toledo Piza Castelhanos, seu irmão, o Padre Lourenço de Toledo Taques, e seus genros Salvador Corrêa Bocarro, Miguel Pires Barreto e José da Costa Moraes.

Data de sua descoberta 1718, ano em que os mesmos teriam aí fixado residência, às margens do Rio Grande.

Mais tarde, o povoado viria a ser denominado Nossa Senhora do Rio Grande. 


A imagem diz tudo...

A Igreja Matriz foi construída em 1720 e em seu interior possui pinturas de Mestre Joaquim José da Natividade, discípulo de Aleijadinho.

O Município de Carrancas está se tornando um verdadeiro polo turístico em Minas Gerais, porquanto abriga uma grande variedades de cachoeiras, poços, grutas e serras, tendo sido eleita em 2008 pela Revista Encontro de Belo Horizonte, a 4ª (quarta) Maravilha de Minas Gerais.

Atualmente, ela tem sido utilizada pela Rede Globo como cenário para várias novelas da emissora com, por exemplo: Alma Gêmea (2004), Paraíso (2009), Amor Eterno Amor (2012), Império (2014).

Por isso mesmo, tem sido muito procurada por turistas paulistas e cariocas, e por aqueles que buscam por um local que oferece um saudável turismo ecológico, localizado longe das grandes metrópoles.

A nascente do Rio Capivari está na Serra de Carrancas, acoplado ao Complexo da Zilda (com cachoeiras, escorregador natural e gruta).

Este complexo ecológico consta nas áreas prioritárias para conservação da Fundação Biodiversitas e está no ecótono Mata Atlântica/Cerrado.

A cidade possui aproximadamente 70 cachoeiras e sua população atual é constituída de 4 mil almas.

Fonte: Wikipédia


Praça central e igreja matriz de Carrancas/MG

Depois de um sono reparador, fui visitar a igreja matriz da cidade, cuja padroeira é Nossa Senhora da Conceição.

Aproveitei para conhecer seu rico interior, bem como agradecer pela minha saúde e disposição para enfrentar as futuras etapas que adviriam.

Após adquirir víveres e água num supermercado próximo, cuidei de resolver um problema que estava me atazanando, quanto à etapa sequente.

Ocorre que, o antigo local de pouso, a Fazenda Traituba, se encontrava fechada a alguns anos.

Uma alternativa possível, seria dormir no povoado de Vista Alegre, situado 4 quilômetros antes da Traituba, na casa de Dona Chiquinha que, inclusive fornece refeições a viajantes.

No entanto, os dois números de telefone, que me foram passados como sendo dela, não atendiam, embora eu tivesse feito inúmeras ligações para aquele endereço.

Uma outra opção seria pernoitar na casa do Sr. Roberto, que reside próximo da Estação Traituba, junto à linha férrea, mas tal alternativa descartei de plano, porque soube que a estrutura do local está por demais deteriorada.


Praça central e igreja matriz de Carrancas/MG, de outro ângulo.


Assim, como forma de resolver o imbróglio, resolvi contratar um táxi para ir me buscar, quando finalizasse o trajeto do dia seguinte.

Em conversa com o atendente da Pousada, o Anderson, ele me indicou a taxista Deide, com quem fiz imediato contato.

Combinamos dela ir me resgatar no final da jornada, às 11 h 30 min, defronte à Fazenda Traituba.

O preço acertado foi de R$70,00, sendo que no dia sequente, ela me devolveria ao mesmo local, bem cedo, pelo mesmo valor.

Bastante tranquilo com o acerto promovido, ingeri um frugal lanche em meu quarto e logo me recolhi, pois a jornada sequencial também seria sob sol forte e de razoável extensão.


A porta da igreja matriz de Carrancas/MG, homenageando o Jubileu da Misericórdia.


AVALIAÇÃO PESSOALUma etapa de média extensão, bastante agradável em sua primeira parte, contudo, extremamente exigente quando da escalada da íngreme Serra de Carrancas. O caminho não apresenta grandes dificuldades até o 19º quilômetro, sendo ladeado por bucólicas paisagens, fazendas de gado leiteiro e imensas culturas agrícolas. Porém, a falta de água nesse trajeto pode se tornar um grande empecilho, pois não existem casas localizadas a beira da estrada. O percurso em direção ao topo de montanha é bastante desgastante, conquanto, profundamente belo, pela visão que se descortina à medida que ascendemos ao cume. No geral, uma etapa bastante cansativa, agravada pelo fato do sol crestar sem piedade depois das 8 horas, naquela memorável segunda-feira.


RESUMO DO DIA
:

Tempo gasto, computado desde a Pousada Reis, em Capela do Saco/MG, até a Pousada Roda Viva, em Carrancas/MG: 6 h;

Clima: frio e nublado de manhã; depois das 8 horas, calor e sol forte até quase o final da jornada.

Pernoite na Pousada Roda Viva: Apartamento individual: Excelente – Preço: R$80,00.

Almoço no Restaurante da Pousada Reis: Excelente – Preço: R$35,00 o kg, no Self-Service.


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