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FINAL


FINAL 


Que a gente tenha: Astral bonito. Prece nos lábios. Saudade mansinha. Fé no futuro. Delicadeza nos gestos. Conversa que cura. Cotidiano enfeitado. Firmeza nos passos. Sonhos que salvam.” 

(Caio Fernando Abreu




Afinal de contas, o que realmente importa para que nos sintamos vivos e façamos com que a nossa existência adquira um sentido para nós mesmos, para os demais ou para o nosso entorno é a ação ou a ativação de nossos pensamentos.

Posto que, somos mais do que um pedaço de carne que respira e tem um ciclo de vida determinado que o leva a nascer, crescer, reproduzir-se às vezes e, no final, sucumbir e morrer. 


Sinalização no trecho de Zanzalá. Perfeita!

Por isso são muitos os que não se contentam em falar da vida e pensar nela.

São aqueles que preferem caminhar pela natureza, em vez de vê-la em um atlas.

Aqueles que desfrutam mais de uma corrida ou uma experiência real do que de um jogo virtual.

Aqueles que entendem que o compromisso e a ação são mais importantes do que permanecer no mundo das ideias.

E, finalmente, são todos aqueles que querem viver a vida para se sentirem vivos.

Nesse sentido, veterano de muitos caminhos, diria com sinceridade, o Caminho do Sal me surpreendeu, positivamente, por sua beleza, exuberância e singularidade. 


Chegada ao ponto final do roteiro, em Taiaçupeba/SP. Obrigado, Senhor!

Em consonância, desfrutei paisagens deslumbrantes, conheci pessoas amistosas e hospitaleiras, percorri florestas preservadas, matas virgens, caminhos silenciosos, despoluídos e sem violência, na verdade, me senti em outro mundo.

Nesse contexto, trilhar esse roteiro evidenciou-se, para mim, como uma experiência instigante, prazerosa e inolvidável, que recomendo, com efusão.


Bom Caminho a todos! 

Junho/2018